Dentro do propósito de escrever sobre os relacionamentos, hoje vou falar a Amélia da vida real e para variar usarei o mesmo nome ou seja: AMÉLIA.
Não conheci a família dela e pouco sei o modo e o ambiente que foi criada, apenas sei que a mãe dela teve seis filhos e não tem dois que sejam filhos do mesmo pai, seis filhos com seis sobrenomes diferentes.
Quando a conheci ela já namorava o o homem com quem se casou e este sim conheço bem ou melhor pensei que conhecia, mas falarei dele em outro espaço pois agora quero falar da Amélia. Durante o namoro deles várias vezes encontrei os dois e invariavelmente ela esta sendo agredida por ele e mesmo assim, engravidou demonstrando não ter nenhum amor próprio ou então morrer de paixão por um homem que a maltratava e além do mais não tinha emprego e nem meios de sustentar ela e o filho que estava esperando, então a solução que encontraram foi de ir morar na casa dos pais dele, pois eles tinham uma casa razoavelmente grande e os dois poderiam ocupar o quarto que já era dele. Foi quando ela mostrou que só era Amélia para ele, pois foi uma verdadeira carrasca para a mãe dele, e durante muito tempo ficaram vivendo um amor entre tapas e beijos e mais uma vez ela engravidou e deu a luz a uma menina.
Durante quinze anos viveram entre momentos felizes e pancadas e nem mesmo a vinda da menina mudou alguma coisa na vida dos dois e mesmo ele trabalhando em uma indústria de Cubatão mudou alguma coisa na vida dos dois. Ele arrumou outra mulher e uma filha com a outra, separou dela diversas vezes e voltava e ela sempre aceitou e nem mesmo assim deixava de apanhar. Não chegou a passar fome como a Amélia da música, pois na casa dos pais dele, não faltava o que comer e nem união, coisa que ele não copiou dos pais, foi bem educado mas não soube educar os filhos principalmente o menino do qual ele judiava muito, pois do jeito que ele batia na mulher, batia também no filho.
E após longos quinze anos ele separou dela e foi morar de vez com a outra, e esta eu irei falar mais para a frente.Por várias vezes fui obrigado a interferir nas surras que ele dava na mulher pois eram meus vizinhos e eu separava a briga deles pois ela me pedia socorro ou então os filhos iam me chamar. Quando ele separou e foi morar com a outra eu tive a tola ilusão de que tudo iria sossegar, mal sabendo eu que a confusão estava apenas começando.
Irei falar sobre isso nas próximas postagens e no blog CAMALEÃO, com o sem ASSUNTO(04).
Não conheci a família dela e pouco sei o modo e o ambiente que foi criada, apenas sei que a mãe dela teve seis filhos e não tem dois que sejam filhos do mesmo pai, seis filhos com seis sobrenomes diferentes.
Quando a conheci ela já namorava o o homem com quem se casou e este sim conheço bem ou melhor pensei que conhecia, mas falarei dele em outro espaço pois agora quero falar da Amélia. Durante o namoro deles várias vezes encontrei os dois e invariavelmente ela esta sendo agredida por ele e mesmo assim, engravidou demonstrando não ter nenhum amor próprio ou então morrer de paixão por um homem que a maltratava e além do mais não tinha emprego e nem meios de sustentar ela e o filho que estava esperando, então a solução que encontraram foi de ir morar na casa dos pais dele, pois eles tinham uma casa razoavelmente grande e os dois poderiam ocupar o quarto que já era dele. Foi quando ela mostrou que só era Amélia para ele, pois foi uma verdadeira carrasca para a mãe dele, e durante muito tempo ficaram vivendo um amor entre tapas e beijos e mais uma vez ela engravidou e deu a luz a uma menina.
Durante quinze anos viveram entre momentos felizes e pancadas e nem mesmo a vinda da menina mudou alguma coisa na vida dos dois e mesmo ele trabalhando em uma indústria de Cubatão mudou alguma coisa na vida dos dois. Ele arrumou outra mulher e uma filha com a outra, separou dela diversas vezes e voltava e ela sempre aceitou e nem mesmo assim deixava de apanhar. Não chegou a passar fome como a Amélia da música, pois na casa dos pais dele, não faltava o que comer e nem união, coisa que ele não copiou dos pais, foi bem educado mas não soube educar os filhos principalmente o menino do qual ele judiava muito, pois do jeito que ele batia na mulher, batia também no filho.
E após longos quinze anos ele separou dela e foi morar de vez com a outra, e esta eu irei falar mais para a frente.Por várias vezes fui obrigado a interferir nas surras que ele dava na mulher pois eram meus vizinhos e eu separava a briga deles pois ela me pedia socorro ou então os filhos iam me chamar. Quando ele separou e foi morar com a outra eu tive a tola ilusão de que tudo iria sossegar, mal sabendo eu que a confusão estava apenas começando.
Irei falar sobre isso nas próximas postagens e no blog CAMALEÃO, com o sem ASSUNTO(04).